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ACLO

AMÉRICA LATINA - BOLÍVIA

ACLO, Bolívia: Caminhos de esperança através da agroecologia, cultura e justiça climática nos territórios do sul da Bolívia


A Fundação Loyola para a Ação Cultural (ACLO) foi criada em 1966 com a missão de promover o desenvolvimento integral de populações indígenas e camponesas historicamente marginalizadas. A ACLO trabalha para a construção de uma sociedade mais democrática, inclusiva, justa, equitativa, intercultural e ambientalmente responsável.

O trabalho da rádio insere-se numa dinâmica de estreita colaboração com organizações camponesas indígenas, bem como com populações urbanas em situação de vulnerabilidade. Nesse contexto, a utilização e a divulgação da Rádio ACLO desempenham um papel estratégico crucial.


O projeto CoRe II


O projeto CoRe II visa promover uma transição ecológica justa e inclusiva em comunidades indígenas e camponesas nos departamentos de Chuquisaca e Tarija. Ele fortalece as capacidades locais em agroecologia, governança territorial e economia solidária por meio de avaliações participativas, capacitação de promotores comunitários, implementação de práticas sustentáveis, influência em políticas públicas e desenvolvimento de processos de comunicação de base. Essas ações contribuem para ativar e consolidar a resiliência local às mudanças climáticas. O projeto beneficia diretamente 750 pessoas e indiretamente 2.700.


Atividades planejadas


  • Recuperação, sistematização e documentação de boas práticas locais em produção agroecológica, gestão de bens comuns, resiliência climática e governança comunitária.

  • Organização de feiras territoriais, encontros intercomunitários e apresentações de experiências bem-sucedidas.

  • Produção de séries documentais multimídia (vídeos e podcasts) que destacam as experiências das comunidades na governança e defesa de áreas protegidas, com especial atenção ao papel das mulheres.

  • Pesquisa e divulgação de propostas concretas que promovam uma distribuição equitativa de funções e corresponsabilidade entre homens, mulheres e diferentes gerações na gestão de bens comuns.

  • Criação de escolas que promovam a agroecologia e a economia justa e solidária, a fim de fortalecer a autonomia técnica e organizacional das comunidades.

  • Desenvolvimento e consolidação de circuitos curtos de comercialização agroecológica por meio de eventos comerciais locais e formas inovadoras de venda.

  • Organizar fóruns e diálogos multissetoriais para integrar medidas de adaptação e mitigação das mudanças climáticas nos Planos Integrados de Desenvolvimento Territorial municipais.

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